domingo, 13 de abril de 2008



A inocência do sol

Vi uma atriz de olhos verdes
Minto, verdes eram as lentes
Ela tinha olhos castanhos
Como o entardecer em um campo ameno.
O sol, todo dia, desvia-se dos nossos tiros
E da nossa arrogância, e, quem diria,
É visto lá em cima, na máxima potência
E, com toda inocência, mostra sua exuberância.
Eu não quero ser mais nada na vida
Só quero que você seja minha atriz
E que seja banhada pela inocência do sol
Ao meu lado.
Eu poderia falsificar e ganhar milhões
Eu poderia me matar de trabalhar
Ações e testamentos, subir até ninguém me alcançar
Mas que bobagem, a minha ambição é você.
Dançar em qualquer palco, em um beco escuro
Ou para uma platéia de fidalgos
Eu não sei dançar, mas ainda assim
Nós bailamos nesse último tango ou samba ou valsa.

É bem verdade que você surgiu por acaso
Como surge a árvore em uma floresta, deixando a saudade
Aos que viam aquele lugar vazio
E agora é ocupado por vida, e a nossa é tudo que nos resta.

(Rívison Batista) 25/03/2007 03:16 am

2 comentários:

Estêvão dos Anjos disse...

Nós bailamos nesse último tango ou samba ou valsa.


ou jazz? :p

Estêvão dos Anjos disse...

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

gostei do quem sou eu :p